Acessibilidade

Aqui encontra, de forma mais detalhada, os aspetos nos quais trabalhamos para promover
a acessibilidade física, social e intelectual.

Audiodescrição

Em alguns espetáculos do TMBD, as pessoas cegas e com deficiência visual, poderão contar com sessões de audiodescrição onde, através de uma narrativa, se faz uma descrição objetiva de todas as informações que apreendemos visualmente e que não são perceptíveis através da audição do texto.

Língua Gestual Portuguesa

O TMBD integra na sua programação sessões de espetáculos com interpretação em Língua Gestual Portuguesa. Se for surdo e domina a Língua Gestual Portuguesa, haverá uma pessoa qualificada da equipa do TMBD para recebê-lo. Esta pessoa estará disponível para prestar todas as informações e proporcionar um ambiente acolhedor.

Cães-Guia

Agradecemos que esta informação seja enviada antecipadamente de modo a garantir um lugar confortável reservado para si e para o seu cão-guia.

Acesso a Mobilidade Reduzida

A Sala de espetáculos tem 2 lugares na plateia para público em cadeira de rodas e um lugar para acompanhante. Dispomos também de casas de banho adaptadas.

Programação Acessível

Concerto “Mama” | 21H
3 de dezembro

de Yara Gutkin | +6

Um álbum que homenageia a maternidade, compõe um retrato do que é ser melhor e mãe antigamente e agora. O seu álbum de estreia, nasce das raízes e vivências em Portugal, Argentina, Cuba e Brasil.
Este trabalho discográfico representa “uma viagem com cheiros, revelando a poesia e afetividade presentes na canção de embalar. Percorrem-se canções que vão desde a mais tradicional até à mais atual, tratadas de uma forma única e variada, e escritas num tom intervencionista, que reclama o papel da mulher na contemporaneidade.

Programação com o apoio da

Rede de Teatros com Programação Acessível

Ezequiel | 21H
17 de dezembro

de Norberto Cruz | +6

“Ezequiel” é a história de um construtor de autómatos que após uma longa vivência onde se dedica aos outros e ao trabalho, se perde do seu caminho interior e mergulha numa experiência espiritual, jamais por si vivida.
A partir da história criada por Norberto Gonçalves da Cruz, a viagem espiritual de Ezequiel passa por mundos fantásticos, autómatos criados pelo génio incrível da personagem, criaturas imaginárias, jardins imponentes e personagens que se vão revelando à medida que acompanham a caminhada de Ezequiel. Ao longo deste processo, todas as emoções são traduzidas pela música original, rica nas variadas linguagens, acompanhada pela encenação e por imagens inovadoras em linguagem multimédia. É uma história de amor, de sonhos e afetos, de mundos mágicos e da procura do sentido da vida…

Monólogo de uma mulher chamada MARIA com a sua patroa | 21H
11 de fevereiro

de Sara Barros Leitão | +12

É o espetáculo inaugural da atriz e encenadora Sara Barros Leitão com a estrutura artística Cassandra, que fundou em 2020. O título, “roubado clandestinamente” a um texto do livro “Novas Cartas Portuguesas” (1971), dá-lhe o mote. Partindo de entrevistas e do estudo dos arquivos do primeiro Sindicato do Serviço Doméstico em Portugal e do seu congresso nacional, que reuniu sete mil associadas em 1979, este “Monólogo” conta a história do trabalho doméstico, estruturalmente atribuído à mulher.
Pouco contada, (re)conhecida e valorizada, esta é também a história do poder organizativo, reivindicativo e de mudança das mulheres. Em palco, Sara Barros Leitão resgata a voz das mulheres que limpam e cuidam do mundo e o põem a mexer.

Opereta “Livrai-nos da peste” | 21H
9 de abril

de Filipe Gouveia | +12

No âmbito das Comemorações do voto da cidade do Funchal a São Tiago Menor
Dirigido por Filipe Gouveia
Produção: Agon (Refreão Protagonista – Associação Cultural)
Coprodução: Câmara Municipal do Funchal

Um Dueto a Solo | 21H
28 e 29 de maio

de Teatro Feiticeiro do Norte (Tom Kempinski) | +12

Devido à esclerose múltipla, uma violinista famosa depara-se com a prisão: uma cadeira de rodas torna-se a continuidade do seu corpo. Num profundo e denso conflito interno, vê-se confrontada com a sua condição e identidade, quando recorre a sessões de psiquiatria.
A paciente é conduzida às lembranças do passado, à sua infância, à relação com os seus pais, às dificuldades e exigências que se lhe impuseram para ser violinista. Um caminho agreste, um sonho vestido de sacrifícios e renúncias que se tornou realidade, mas que violenta e inesperadamente lhe foi extorquido. Uma vida interrompida, irreversivelmente amputada por uma doença física que, sem retorno, impossibilita a personagem de continuar a sua carreira. Como refazer a sua vida? Como manter a seu casamento? Como se relacionar com os outros? Consigo? Que lugar terá música na sua nova condição? A pressão sentida na relação terapêutica entre o psiquiatra e a paciente, faz com que esta última, quase em solilóquio, entre numa espiral de emoções, expondo ao espectador a fragilidade que a todos nos assiste. Dueto a Solo coloca-nos, de forma cruel, perante um confronto comum: a nossa condição de humanos.

Vaamo share oque shop é Beiro Pateiro
16 de julho

de Vera Mantero

É uma a peça da coreógrafa Vera Mantero, acompanhada pelo Grupo ‘Dançando com a Diferença’.
Um espetáculo inclusivo que se posiciona na frente de várias batalhas, entre a estética, a beleza e os diversos tipos de barreiras sociais trabalhando o movimento, a dança e a arte, nos limites da capacidade dos corpos.
“Esta peça é sobre o quê? Mais do que ser “sobre” algo, ela deixa-se viver sob um regime de associações livres e frequentemente não-verbais que são para mim um retrato muito fiel de tudo o que vivi e vivemos no seio deste grupo. É isto o ” Vaamo share oque shop é Beiro Pateiro”” afirma a coreógrafa Vera Mantero.