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Programação

JANEIRO 2021

Sinestesia
26 janeiro 18h

Festival Nova Geração | +6

Concerto de guitarra, poesia e animação 2D:
- Francisco Lopes - Guitarra
- Pedro Araújo - Ator
- Laura Andrade - Ilustradora

Bilhetes 10€*
*consulte descontos na bilheteira

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Colours of the Wind
27 janeiro 18h

Festival Nova Geração | +6

Recital de saxofone, flauta transversal e piano:
- Élvis Sousa - Saxofone soprano/alto
- Irene Rodrigues - Saxofone soprano/alto
- Pedro Camacho- Flauta transversal
- Anikó Harangi- Piano

Bilhetes 10€*
*consulte descontos na bilheteira

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Recital de Piano
30 janeiro 18h

Yuri Bogdanov | +6

O Artista Honrado da Rússia, professor da Academia Gnessin em Moscovo e artista Steinway, premiado em vários concursos internacionais, o pianista russo Yuri Bogdanov apresenta um programa que contrasta o estilo barroco de J. S. Bach (Partita nº 6) com o romantismo de Chopin (mazurcas e Balada nº 1) e Schumann (o célebre ciclo “Carnaval”).

Bilhetes 15€*
*consulte descontos na bilheteira

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FEVEREIRO

Doitor à Pancada - Associação GATO
2 a 6 de fevereiro

Espetáculo | +16

Quando estamos doentes, ou vamos ao médico, ou vem o médico a nós. Esperamos que o senhor doutor ausculte, ouça, perceba, examine e que nos cure. Pensávamos nós que assim era, até ler esta obra de Molière.
Quando um lenhador simplório se vê confrontado com a situação em que o tomam por “doitor”, ainda que por força de pancada encomendada, a situação pode não correr como esperado. Quer-se que Esganarelo, médico / “lenheiro”, cure a filha do Sr. Gerónimo, que padece de (falsa) mudez para escapar ao casamento que o seu pai lhe tinha destinado, estando apaixonada por outro pretendente. O suposto especialista na arte de medicina trata a moça a seu modo, usando de receitas pouco convencionais, causando a maior das confusões. No fim, bem, lá tudo se resolve à boa maneira de Molière... Mas o que andamos para lá chegar…
Fazendo uso dos cómicos de situação, de personagem e de linguagem a que habituou os seus leitores e espetadores, Molière é dos autores que soube, como poucos, captar as manhas do ser humano, as subtilezas de caráter, criticando os costumes pelo riso (o bom velho ridendo castigat mores). Todos conhecemos Esganarelos, Martinhas e Robertas; Lucas, Valérios, Jaquelines e Antonietas; Gerónimos, Lucindas e Leandros; Teobaldas, Teotónias e Teodoras. Se pensarmos bem, todos temos um pouco destas personagens em nós; todos somos um pouco Esganarelo.
Por isso, numa altura em que as notícias do mundo são tão sérias, propomos rir, porventura gargalhar, dos outros. Coisa feia, gozar das pessoas, mas, no fundo, estaremos a rir de nós próprios. Não há melhor sinal de bom humor, nem de inteligência.
Já ouvimos as pancadas de Molière; o espetáculo já vai começar.

dia 2 - 15h | dia 3 - 10h e 15h | dia 4 - 21h | dia 5 - 21h | dia 6 - 18h

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TRADITIO - Sara Inês Gigante
4 a 6 de fevereiro - 14h30 às 18h

Oficina Artística | +16

Procuramos tradições regionais, familiares ou pessoais. Tradições que façam parte da identidade de alguém, de algum lugar ou de alguma família.
Nos dias 4, 5 e 6 de Fevereiro faremos um processo de pesquisa e debate sobre as histórias e testemunhos que chegarem até nós, com o intuito de as conhecermos e de as explorarmos em conjunto, com vista em gerar material para um espectáculo teatral a estrear em Junho de 2022.
Convidamos qualquer pessoa da comunidade funchalense que queira fazer parte desta pesquisa - seja para ouvir histórias, questioná-las, ou para as contar - a juntar-se a nós nestes dias, no Teatro Municipal Baltazar Dias.

Sara Inês Gigante | Carolina Viana | Maria Luís Cardoso | Rafael Gomes
Entrada Gratuita mediante inscrição
Lotação: 40 pessoas
Sala de espelhos

INSCRIÇÕES

Monólogo de uma mulher chamada Maria com a sua patroa
11 a 12 de fevereiro

Cassandra | +12

Monólogo de uma mulher chamada Maria com a sua patroa é o título roubado clandestinamente a um texto do livro “Novas Cartas Portuguesas”, e que dá o mote para este espectáculo.
Partimos da criação do primeiro Sindicato do Serviço Doméstico em Portugal para contar a história, ainda pouco conhecida, pouco contada, pouco reconhecida, pouco valorizada, do trabalho das mulheres, do seu poder de organização, reivindicação e mudança.
É a história das mulheres que limpam o mundo, das mulheres que cuidam do mundo, das mulheres que produzem, educam e preparam a força de trabalho. Esta é a história do trabalho invisível que põe o mundo a mexer.

SÁBADO 12 FEVEREIRO, 18H00
Sessão com audiodescrição (AD) e interpretação em Língua Gestual Portuguesa (LGP)
Audiodescrição destinada ao público cego ou com deficiência visual.
Ás 17h00, é organizado um momento de reconhecimento prévio do espaço e figurinos, assim como um encontro com os atores.
*Entrada pela porta principal da sala de espetáculos.

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